{"id":2023,"date":"2015-07-31T10:37:46","date_gmt":"2015-07-31T10:37:46","guid":{"rendered":"http:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/?p=2023"},"modified":"2015-07-31T10:38:06","modified_gmt":"2015-07-31T10:38:06","slug":"man-hu-que-e-isto","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/?p=2023","title":{"rendered":"\u00abMAN-HU?\u00bb &#8211; QUE \u00c9 ISTO?"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/41b-Man-hu-Que-\u00e9-isto.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-2024\" src=\"http:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/41b-Man-hu-Que-\u00e9-isto-300x245.jpg\" alt=\"41b- Man-hu! - Que \u00e9 isto!\" width=\"300\" height=\"245\" srcset=\"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/41b-Man-hu-Que-\u00e9-isto-300x245.jpg 300w, https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/41b-Man-hu-Que-\u00e9-isto-398x325.jpg 398w, https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/41b-Man-hu-Que-\u00e9-isto.jpg 526w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>(Ciclo B \u2013 Domingo 18 do T. Comum\u2026)<\/em><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00abMAN-HU?\u00bb &#8211; QUE \u00c9 ISTO? \u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Enquanto n\u00e3o chegarmos \u00e0 meta final, nesta nossa caminhada \u2013 \u201cde retorno\u201d \u2013 em dire\u00e7\u00e3o ao <em>Centro<\/em> (<em>Verdade-Amor<\/em>) donde sa\u00edmos \u2013 lembram-se? \u2013, enquanto l\u00e1 n\u00e3o estivermos, iremos continuar a \u201ctrocar os termos\u201d e a \u201cconfundir os sentidos\u201d de certas coisas importantes que se nos prop\u00f5e. Ainda mais quando o nosso percurso \u00e9 no <em>caminho do esp\u00edrito!<\/em><\/p>\n<p>\u00c9 compreens\u00edvel, e desculp\u00e1vel, que os nossos antepassados (em tempos e lugares t\u00e3o primitivos) n\u00e3o soubessem distinguir aqueles estranhos <em>\u201cgr\u00e2nulos de geada\u201d,<\/em> que <em>pareciam outra coisa<\/em> logo que <em>\u201cse evaporou a camada de orvalho\u201d<\/em>\u2026 E assim, era normal que exclamassem, uns para os outros: <em>\u201c\u00abMan-hu?\u00bb, quer dizer, \u00abQue \u00e9 isto?\u00bb\u201d.<\/em> Certamente, ainda se encontravam \u201cmuito longe\u201d nessa tal <em>caminhada de retorno<\/em>, para entender que aquele <em>\u201cp\u00e3o que Deus fazia chover do c\u00e9u\u201d,<\/em> ali\u00e1s, <em>\u201co p\u00e3o que o Senhor lhes deu em alimento\u201d, <\/em>era apenas \u00abuma figura\u00bb.<em> (Ex 16 \/ 1\u00aa L.). <\/em><\/p>\n<p>Menos compreens\u00edvel, mas tamb\u00e9m desculp\u00e1vel, foi a atitude daquelas multid\u00f5es, na sequ\u00eancia da <em>\u201cmultiplica\u00e7\u00e3o dos p\u00e3es e dos peixes\u201d <\/em>(da <em>Palavra,<\/em> no Evangelho de hoje). Estamos a dizer que \u201cse compreende menos\u201d talvez pelo facto de, aquelas gentes, estarem j\u00e1 na presen\u00e7a de Jesus de Nazar\u00e9, o Messias Salvador, e n\u00e3o darem conta disso! Mas, ao mesmo tempo, t\u00eam de ser igualmente desculpados\u2026 at\u00e9 porque n\u00f3s, <em>no seu caso<\/em>, ter\u00edamos feito algo de semelhante! N\u00e3o \u00e9 verdade?<\/p>\n<p>Vejamos, ent\u00e3o, qual foi a resposta de Jesus ao perguntarem eles <em>\u201c\u00abMestre, quando chegaste aqui?\u00bb\u201d<\/em>. Jesus sabia que o que eles queriam perguntar, na realidade, era: \u00abQuando \u00e9 que vais repetir a \u201cmultiplica\u00e7\u00e3o\u201d para comermos novamente at\u00e9 ficarmos fartos?\u00bb. Por isso, lhes responde: <em>\u201c\u00abEm verdade, em verdade vos digo: v\u00f3s procurais-Me, n\u00e3o porque vistes milagres (\u201csinais\u201d!), mas porque comestes dos p\u00e3es e ficastes saciados\u201d&#8230;<\/em> Quantas vezes descobrimos, nos Evangelhos, a paci\u00eancia infinita de Jesus \u2013 at\u00e9 com os seus disc\u00edpulos mais pr\u00f3ximos! \u2013 sempre que a Sua <em>linguagem<\/em> apontava <em>num sentido<\/em> e eles iam <em>por outro!<\/em>&#8230;<\/p>\n<p>E no caso presente, est\u00e1 bem patente: Nem o tal \u201cman\u00e1\u201d daquele deserto era \u201cverdadeiro p\u00e3o do c\u00e9u\u201d\u2026 nem este <em>p\u00e3o de Jesus<\/em> vai ser um simples <em>p\u00e3o material<\/em>. Este vai ser outra coisa e <em>muito mais<\/em>: Ser\u00e1 o seu pr\u00f3prio <em>Corpo <\/em>e<em> Sangue!<\/em> \u00a0E assim, a <em>Palavra<\/em> de Jesus esclarece tudo: <em>\u201c\u00abEm verdade, em verdade vos digo: N\u00e3o foi Mois\u00e9s que vos deu o p\u00e3o do C\u00e9u; meu Pai \u00e9 que vos d\u00e1 o verdadeiro p\u00e3o do C\u00e9u. O p\u00e3o de Deus \u00e9 o que desce do C\u00e9u para dar a vida ao mundo\u201d&#8230; <\/em>E conclui:<em> \u201cEu \u00e9 que sou o p\u00e3o da vida: quem vem a Mim nunca mais ter\u00e1 fome, quem acredita em Mim nunca mais ter\u00e1 sede\u00bb\u201d. (Jo 6 \/ 3\u00aa L.). \u00a0<\/em>Mas que <em>fome!?&#8230;<\/em> E qual <em>sede!?<\/em>&#8230;<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, agora\u2026 calha-nos perguntarmo-nos: No meio disto tudo, onde \u00e9 que nos encontramos situados? N\u00e3o ser\u00e1 que ainda temos <em>alguma semelhan\u00e7a<\/em> com \u201caqueles disc\u00edpulos de Mois\u00e9s\u201d e <em>bastante de parecido<\/em> com \u201cestes disc\u00edpulos de Jesus\u201d? \u00c9 mesmo para pensarmos\u2026 quantas gra\u00e7as, dons, benef\u00edcios\u2026 recebidos e talvez desperdi\u00e7ados ou esbanjados!<\/p>\n<p>Seja como for, o nosso compromisso, desde j\u00e1, vem sugerido e pautado pela \u201cexorta\u00e7\u00e3o\u201d de S. Paulo (na sua <em>Carta <\/em>de hoje) \u2013 \u201chomem novo\u201d<em> vs <\/em>\u201chomem velho\u201d \u2013:<\/p>\n<p><em>\u201c\u00c9 necess\u00e1rio abandonar a vida de outrora e p\u00f4r de parte o homem velho\u2026 Renovai-vos pela transforma\u00e7\u00e3o espiritual da vossa intelig\u00eancia e revesti-vos do homem novo, criado \u00e0 imagem de Deus\u201d&#8230; (Ef 4 \/ 2\u00aa L.).<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>N\u00e3o fiques, Senhor, admirado<\/p>\n<p>por continuarmos sem entender<\/p>\n<p>quer as Tuas <em>palavras<\/em> quer os Teus <em>gestos<\/em><\/p>\n<p>quer, at\u00e9, as <em>maravilhas que realizaste<\/em><\/p>\n<p>desde os tempos dos nossos pais<\/p>\n<p>\u2013 como eles mesmos nos contaram \u2013<\/p>\n<p>quando lhes abriste as portas do c\u00e9u,<\/p>\n<p>quando deste ordem \u00e0s nuvens do alto<\/p>\n<p>para choverem \u201co man\u00e1\u201d, o \u201cp\u00e3o do c\u00e9u\u201d\u2026<\/p>\n<p>Porque, tal como eles, \u00f3 Pai nosso,<\/p>\n<p>n\u00f3s continuamos sem querer entender\u2026<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o somos capazes de \u201catingir\u201d<\/p>\n<p>que este \u201cnovo man\u00e1\u201d que Tu nos d\u00e1s<\/p>\n<p>\u2013 no Corpo e Sangue do Teu Filho \u2013<\/p>\n<p>\u00e9 o verdadeiro \u201cp\u00e3o do C\u00e9u\u201d, o \u201cP\u00e3o da Vida\u201d\u2026<\/p>\n<p>Como \u00e9 grande, \u00f3 Pai, a Tua paci\u00eancia connosco,<\/p>\n<p>pois continuamos a ser \u201clentos de esp\u00edrito\u201d<\/p>\n<p>para compreendermos as Escrituras\u2026<\/p>\n<p>No entanto, Jesus, prometemos crer, aceitar<\/p>\n<p>e <em>alimentar-nos<\/em> deste mist\u00e9rio do P\u00e3o da Vida<\/p>\n<p>\u2013 o verdadeiro <em>\u201cp\u00e3o dos fortes\u201d<\/em> \u2013<\/p>\n<p>o <em>Alimento Eucar\u00edstico,<\/em> no <em>Teu Corpo e Sangue!<\/em><\/p>\n<p><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0[ do Salmo Responsorial \/ 77 (78) ]<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; (Ciclo B \u2013 Domingo 18 do T. 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