{"id":2224,"date":"2016-04-08T21:54:46","date_gmt":"2016-04-08T21:54:46","guid":{"rendered":"http:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/?p=2224"},"modified":"2016-04-08T21:54:46","modified_gmt":"2016-04-08T21:54:46","slug":"amigos-amigos-negocio-incluido","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/?p=2224","title":{"rendered":"\u00abAMIGOS, AMIGOS\u2026 NEG\u00d3CIO INCLU\u00cdDO!\u00bb"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/17c-Amigos-amigos...-neg\u00f3cio-inclu\u00eddo.jpg\" rel=\"attachment wp-att-2225\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-2225\" src=\"http:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/17c-Amigos-amigos...-neg\u00f3cio-inclu\u00eddo.jpg\" alt=\"17c- Amigos, amigos... neg\u00f3cio inclu\u00eddo!\" width=\"263\" height=\"191\" srcset=\"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/17c-Amigos-amigos...-neg\u00f3cio-inclu\u00eddo.jpg 263w, https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2016\/04\/17c-Amigos-amigos...-neg\u00f3cio-inclu\u00eddo-398x289.jpg 398w\" sizes=\"(max-width: 263px) 100vw, 263px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>\u00a0(Ciclo C \u2013 Domingo 3 de P\u00c1SCOA)<\/em><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>\u00abAMIGOS, AMIGOS\u2026 <em>NEG\u00d3CIO<\/em> INCLU\u00cdDO!\u00bb<\/strong><\/p>\n<p>Ap\u00f3s os nossos \u201cmergulhos\u201d \u2013 das \u00faltimas <em>Reflex\u00f5es<\/em> (da Eucaristia Dominical) \u2013 no Mar imenso da Miseric\u00f3rdia infinita de Deus Pai-M\u00e3e\u2026 parece o mais l\u00f3gico continuarmos a aprofundar no AMOR, essa realidade essencial inesgot\u00e1vel\u2026 At\u00e9 porque \u201cAmor\u201d e \u201cMiseric\u00f3rdia\u201d s\u00e3o insepar\u00e1veis (h\u00e1 quem diga que acabam por ser a mesma coisa!). E se, mais ainda, lembramos que \u201cmiseri-c\u00f3rdia\u201d (mis\u00e9ria-cora\u00e7\u00e3o) significa isso, <em>\u00abp\u00f4r o \u201ccora\u00e7\u00e3o\u201d (o Amor) sobre a \u201cmis\u00e9ria\u201d humana\u00bb<\/em>, ent\u00e3o verificamos que \u2013 <em>miseric\u00f3rdia<\/em> e <em>amor<\/em> \u2013 s\u00e3o mutuamente inerentes.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, continuemos, como \u00e9 h\u00e1bito, a nossa \u201cimers\u00e3o\u201d na <em>Palavra<\/em> dominical; neste caso, nos <em>Textos b\u00edblicos<\/em> da Eucaristia do <em>domingo 3 de P\u00e1scoa<\/em>.<\/p>\n<p>Se lan\u00e7armos a seguinte <em>pergunta<\/em> a um \u201camig@\u201d \u2013 assim, sem mais nem menos e por tr\u00eas vezes! \u2013 \u201cTu amas-me de verdade?\u201d, essa pessoa ficar\u00e1, quando menos, <em>espantada<\/em>, e desde logo, metida num <em>compromisso<\/em>! Ali\u00e1s, pergunta que aparece tamb\u00e9m \u201ctraduzida\u201d deste jeito: \u00abTu \u00e9s deveras meu amigo?\u00bb&#8230; N\u00e3o admira, portanto, que a pessoa atingida comece a ficar triste e preocupada, quando se sente \u2013 sinceramente \u2013 amiga verdadeira daquela outra pessoa. E n\u00f3s perguntamos: Ser\u00e1 assim t\u00e3o indispens\u00e1vel e necess\u00e1rio comprovar que esse amor seja (ou n\u00e3o) aut\u00eantico?<\/p>\n<p>Vejamos. <em>\u201c\u2026<\/em><em>Jesus perguntou: \u00abSim\u00e3o, filho de Jo\u00e3o, tu amas-Me mais do que estes?\u00bb\u2026 \u00abSim, Senhor, Tu sabes que Te amo\u00bb. Disse-lhe Jesus: \u00abApascenta os meus cordeiros\u00bb&#8230; Segunda vez: \u00abSim\u00e3o, filho de Jo\u00e3o, tu amas-Me?\u00bb\u2026 \u00abSim, Senhor, Tu sabes que Te amo\u00bb. Disse-lhe Jesus: \u00abApascenta as minhas ovelhas\u00bb. Pergunta-lhe pela terceira vez: \u00abSim\u00e3o, filho de Jo\u00e3o, tu amas-Me?\u00bb.<\/em> <em>Pedro entristeceu-se por Jesus lhe ter perguntado pela terceira vez se O amava e respondeu-Lhe: \u00abSenhor, Tu sabes tudo, bem sabes que Te amo\u00bb. Disse-lhe Jesus: \u00abApascenta as minhas ovelhas\u201d\u2026 (Jo 21 \/ 3\u00aa L.).<\/em> Tem raz\u00e3o o <em>prov\u00e9rbio<\/em> popular quando diz: \u00abAmor com amor se paga\u00bb. E, para que n\u00e3o haja d\u00favida, vai o <em>aviso prof\u00e9tico<\/em> de Jesus a Pedro, na conclus\u00e3o deste <em>evangelho<\/em>: <em>\u201c\u2026Quando eras novo\u2026 mas quando fores mais velho, estender\u00e1s a m\u00e3o e outro te cingir\u00e1 e te levar\u00e1 para onde n\u00e3o queres\u00bb. Jesus disse isto para indicar o g\u00e9nero de morte com que Pedro havia de dar gl\u00f3ria a Deus. Dito isto, acrescentou: \u00abSegue-Me\u00bb\u201d (Jo 21).<\/em><\/p>\n<p>Est\u00e1-se a ver porque \u00e9 que este Amor deve ser verdadeiro, ou seja, <em>de entrega total<\/em>, \u201cde obla\u00e7\u00e3o\u201d. \u00c9 que, sem essa classe de amor n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel aceitar e assumir o sacrif\u00edcio ou sofrimento \u2013 a cruz! \u2013 que vai exigir a \u00abmiss\u00e3o\u00bb confiada (a Pedro e a cada um de n\u00f3s!): <em>\u201cApascentar os Seus cordeiros\u2026 Apascentar as Suas ovelhas\u201d!<\/em><\/p>\n<p>S\u00f3 um Amor de <em>total entrega<\/em>, sem condi\u00e7\u00f5es, que, ali\u00e1s, \u00e9 conhecido como \u00abamor oblativo\u00bb (o mais oposto aos <em>amores ego\u00edstas e interesseiros<\/em> de que o nosso mundo, infelizmente, est\u00e1 cheio)\u2026 s\u00f3 aquele amor ser\u00e1 capaz de abra\u00e7ar a dif\u00edcil tarefa e <em>\u00abmiss\u00e3o\u00bb<\/em> de <em>\u201cpastorear ovelhas e cordeiros\u201d<\/em>, que s\u00e3o todos <em>os Humanos<\/em>, de qualquer origem, ra\u00e7a, cultura, estilo, posi\u00e7\u00e3o\u2026 Porque, na verdade, \u00e9 preciso muita energia interior \u2013 a energia e o vigor que surgem deste \u00abamor-miseric\u00f3rdia\u00bb \u2013 para guiar, defender, procurar, abra\u00e7ar, perdoar\u2026 e at\u00e9 <em>\u201cdar a vida pelo rebanho\u201d<\/em>, tal como fez e faz o Bom Pastor, que vai \u00e0 nossa frente e nos acompanha sempre (<em>\u00abEmanuel\u00bb<\/em>) <em>\u201cat\u00e9 ao fim dos tempos!\u201d<\/em>. C\u00e1 est\u00e1, ent\u00e3o, a nossa voca\u00e7\u00e3o e miss\u00e3o, o \u00abneg\u00f3cio\u00bb da Salva\u00e7\u00e3o: a dos outros e a nossa. Agora se compreende que Jesus exija \u00abAmigos, amigos\u2026 \u201cneg\u00f3cio\u201d inclu\u00eddo\u00bb. Pois \u00e9 requerido \u201caquele amor\u201d para realizar \u00abeste neg\u00f3cio\u00bb! Um Amor \u201cnecess\u00e1rio\u201d para um neg\u00f3cio \u201cexigente\u201d.<\/p>\n<p>E vemos que, logo no in\u00edcio do cristianismo, aqueles primeiros disc\u00edpulos de Jesus, capitaneados por Sim\u00e3o Pedro, come\u00e7am a sofrer as primeiras consequ\u00eancias, pelo facto de serem coerentes com aquele compromisso firme de \u201camigos-amigos!\u201d. <em>\u201cOs Ap\u00f3stolos sa\u00edram da presen\u00e7a do Sin\u00e9drio cheios de alegria, por terem merecido serem ultrajados por causa do nome de Jesus\u201d<\/em> <em>(At 5 \/ 1\u00aa L.). <\/em>\u00c9 que, naquela altura em que tinham sido encarcerados e estavam a ser julgados<em>, \u201cPedro e os outros Ap\u00f3stolos responderam: \u00abDeve obedecer-se antes a Deus que aos homens\u00bb\u201d. <\/em>E n\u00e3o se livraram da <em>flagela\u00e7\u00e3o<\/em> antes de serem soltos. Pedro, por\u00e9m, tinha-lhes lan\u00e7ado em rosto: <em>\u201cO Deus dos nossos pais ressuscitou Jesus, a quem v\u00f3s destes a morte, suspendendo-O no madeiro. Deus exaltou-O pelo seu poder, como Chefe e Salvador\u2026\u00bb\u201d (At 5).<\/em> Esta Exalta\u00e7\u00e3o e Gl\u00f3ria de Cristo s\u00e3o confirmadas no Apocalipse (da segunda leitura) como recompensa pela Sua Entrega Total, s\u00f3 por Amor: <em>\u201c\u2026Mir\u00edades de mir\u00edades\u2026 em coro, clamavam em alta voz: \u00abDigno \u00e9 o Cordeiro que foi imolado de receber o poder e a riqueza, a sabedoria e a for\u00e7a, a honra, a gl\u00f3ria e o louvor\u00bb\u201d (Ap 5 \/ 2\u00aa L.).<\/em><\/p>\n<p>Um Caminho semelhante, superando \u2013 como \u201celes\u201d \u2013 os <em>tragos e trances<\/em> dif\u00edceis (\u201cas cruzes\u201d) \u00e9 o que n\u00f3s devemos percorrer para realizar essa <em>\u00abvoca\u00e7\u00e3o-miss\u00e3o\u00bb de Amor<\/em>, seguindo sempre de perto o nosso <em>Bom Pastor, <\/em>que \u00abnos amou primeiro, e se entregou por n\u00f3s\u00bb (1Jo 4, 10.19)<em>.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Aleluia, eu Te louvo e glorifico, Senhor,<\/p>\n<p>porque sempre me salvas, Aleluia!<\/p>\n<p>Porque Tu j\u00e1 me amavas de verdade<\/p>\n<p>\u2013 muito antes de eu poder querer-Te \u2013<\/p>\n<p>desde a tua eterna Divindade<\/p>\n<p>e n\u00e3o s\u00f3 no espa\u00e7o da minha exist\u00eancia temporal\u2026<\/p>\n<p>Eu sei \u2013 n\u00f3s sabemos \u2013 desde j\u00e1,<\/p>\n<p>que \u201camor exige amor\u201d de igual maneira;<\/p>\n<p>que s\u00f3 com grande amor da nossa parte<\/p>\n<p>poderemos \u201cpagar\u201d o Teu carinho imenso\u2026<\/p>\n<p>Amor que nos obriga e nos transforma<\/p>\n<p>em \u201cpastores amigos do rebanho\u201d,<\/p>\n<p>dedicados e doados aos irm\u00e3os, a todos,<\/p>\n<p>alegres e contentes quando sofrendo por eles\u2026<\/p>\n<p>Sim, \u00f3 Pai, porque Tu convertes<\/p>\n<p>o nosso pranto em j\u00fabilo e em festa<\/p>\n<p>sempre que arrancas a nossa alma<\/p>\n<p>da escurid\u00e3o e do temor da morte\u2026<\/p>\n<p>O nosso amor por eles e por Ti<\/p>\n<p>ultrapassa as l\u00e1grimas da noite,<\/p>\n<p>pois sabemos que, ao amanhecer,<\/p>\n<p>volta sempre a luz nova da alegria,<\/p>\n<p>at\u00e9 ao \u00abDia-definitivo-sem-ocaso\u00bb\u2026<\/p>\n<p><em>\u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 \u00a0 [ do Salmo Responsorial \/ 29 (30) ]<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0(Ciclo C \u2013 Domingo 3 de P\u00c1SCOA)\u00a0 \u00a0\u00abAMIGOS, AMIGOS\u2026 NEG\u00d3CIO INCLU\u00cdDO!\u00bb Ap\u00f3s os nossos \u201cmergulhos\u201d \u2013 das \u00faltimas Reflex\u00f5es (da Eucaristia Dominical) \u2013 no Mar imenso da Miseric\u00f3rdia infinita de Deus Pai-M\u00e3e\u2026 parece o mais l\u00f3gico continuarmos a aprofundar no AMOR, essa realidade essencial inesgot\u00e1vel\u2026 At\u00e9 porque \u201cAmor\u201d e \u201cMiseric\u00f3rdia\u201d s\u00e3o insepar\u00e1veis (h\u00e1 quem diga [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-2224","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-refletida","has-post-title","has-post-date","has-post-category","has-post-tag","has-post-comment","has-post-author",""],"builder_content":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2224","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=2224"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2224\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2226,"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/2224\/revisions\/2226"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=2224"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=2224"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=2224"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}