{"id":2817,"date":"2017-08-11T22:40:13","date_gmt":"2017-08-11T22:40:13","guid":{"rendered":"http:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/?p=2817"},"modified":"2022-11-16T19:59:31","modified_gmt":"2022-11-16T19:59:31","slug":"os-discipulos-gritaram-cheios-de-medo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/?p=2817","title":{"rendered":"\u00abOs disc\u00edpulos gritaram cheios de medo"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/42aa-\u00abOs-disc\u00edpulos-gritaram-cheios-de-medo.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2818\" src=\"http:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/42aa-\u00abOs-disc\u00edpulos-gritaram-cheios-de-medo.jpg\" alt=\"42aa- \u00abOs disc\u00edpulos gritaram cheios de medo\" width=\"304\" height=\"369\" srcset=\"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/42aa-\u00abOs-disc\u00edpulos-gritaram-cheios-de-medo.jpg 304w, https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/42aa-\u00abOs-disc\u00edpulos-gritaram-cheios-de-medo-247x300.jpg 247w, https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2017\/08\/42aa-\u00abOs-disc\u00edpulos-gritaram-cheios-de-medo-398x483.jpg 398w\" sizes=\"(max-width: 304px) 100vw, 304px\" \/><\/a><\/p>\n<p><strong>&#8211;\u00a0<em>A<\/em>\u00a0<em>PALAVRA, Refletida<\/em>\u00a0ao ritmo Lit\u00fargico &#8211;<\/strong><\/p>\n<p><em>\u00a0(Ciclo A \u2013 Domingo 19 do T. Comum)<\/em><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong><em>\u201cO barco ia j\u00e1 no meio do mar, a\u00e7oitado pelas ondas, pois o vento era contr\u00e1rio. De madrugada, Jesus foi ter com eles, caminhando sobre o mar. Os disc\u00edpulos, vendo-O a caminhar sobre o mar, assustaram-se, pensando que fosse um fantasma. <u>E gritaram cheios de medo<\/u>. Mas logo Jesus lhes dirigiu a palavra, dizendo: \u00abTende confian\u00e7a. Sou Eu. N\u00e3o temais\u00bb\u201d\u2026 (Mt 14,25-27 \/ 3\u00aa L.).<\/em><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>N\u00e3o temais!&#8230;<\/em> Deus n\u00e3o est\u00e1 nem <em>nas cat\u00e1strofes naturais (1Rs 19)<\/em> nem <em>nas devasta\u00e7\u00f5es provocadas pelo ser humano<\/em>\u2026 Tudo isso funciona assim: para \u00abo universo\u00bb, seguindo unas <em>leis<\/em> (fixas &#8211; aleat\u00f3rias) \u2013 \u00e0 partida criadas por Deus \u2013 e, para \u00abos humanos\u00bb, consoante a livre <em>vontade<\/em> deles (igualmente criada por Deus!)\u2026 Claro que, como se est\u00e1 a ver, Deus est\u00e1 <em>no princ\u00edpio,<\/em> e estar\u00e1 igualmente <em>no fim<\/em>, mas acompanhando sempre, desde dentro, a vida de todo o ser humano! Ainda que este continue a ter sempre medo, perante toda a realidade \u201cimprevista\u201d e desconhecida (seja <em>m\u00e1<\/em> ou seja <em>boa<\/em>)!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A \u2013 \u00c9 verdade, tamb\u00e9m das <em>coisas boas!<\/em> Basta lembrarmos o epis\u00f3dio da <em>Transfigura\u00e7\u00e3o<\/em> de Jesus: no meio do gozo daquele ambiente de glorifica\u00e7\u00e3o, <em>\u201cos tr\u00eas disc\u00edpulos sentiram medo\u201d!<\/em> Tal como aconteceu igualmente aos tr\u00eas pastorinhos, videntes de F\u00e1tima, \u00e0 vista de Nossa Senhora\u2026<\/p>\n<p>B \u2013 Quer uns quer outros, tiveram de ser acalmados por Maria ou por Jesus\u2026 Ali\u00e1s, Jesus Ressuscitado e Glorioso, nas \u201capari\u00e7\u00f5es\u201d, tinha de repetir a <em>sauda\u00e7\u00e3o<\/em>: <em>\u00abA paz\u2026 N\u00e3o temais!\u00bb.<\/em><\/p>\n<p>A \u2013 Pareceria normal que sent\u00edssemos medo ou temor perante o que experimentamos como <em>mau<\/em> ou <em>negativo<\/em>. Mas o <em>bom<\/em> ou <em>positivo,<\/em> n\u00e3o teria de suscitar em n\u00f3s sentimentos de paz e de alegria?<\/p>\n<p>B \u2013 Acontece que, no caso presente, h\u00e1 um medo inicial provocado por um \u201cerro na aprecia\u00e7\u00e3o\u201d, quando os disc\u00edpulos confundem <em>Jesus<\/em> com um <em>fantasma<\/em>; aqui falham os nossos sentidos&#8230;<\/p>\n<p>A \u2013 E, precisamente, este \u00faltimo acontecimento pode dar-nos a <em>chave<\/em> que nos ajude a refletir acerca da origem dos nossos medos. N\u00e3o ser\u00e1 que os nossos temores t\u00eam um denominador comum, ao sentirmos <em>receio<\/em> de todo o <em>desconhecido<\/em> ou, como j\u00e1 apont\u00e1mos, do \u201cimprevisto\u201d?<\/p>\n<p>B \u2013 Se for assim, perguntamos n\u00f3s, haver\u00e1 algum \u201ctratamento\u201d para os nossos temores?&#8230; Talvez pud\u00e9ssemos pensar em duas dire\u00e7\u00f5es ou pistas: no \u201cconhecimento\u201d e na \u201camizade\u201d(?)\u2026<\/p>\n<p>A \u2013 Quer dizer \u2013 supomos n\u00f3s \u2013 uma vez que <em>a origem<\/em> <em>dos medos<\/em> parece estar no \u201cdesconhecido\u201d, se aprofundarmos no \u00abconhecimento\u00bb da vida humana, na sua dimens\u00e3o natural e sobrenatural, ent\u00e3o, <em>interpretaremos<\/em> esses \u201cfen\u00f3menos\u201d numa vis\u00e3o e sentido diferentes\u2026<\/p>\n<p>B \u2013 E, desde logo, se cultivarmos, por cima de tudo, a \u201cAmizade\u201d com aquele Ser Omnipotente \u2013 Deus em Jesus Cristo! \u2013 at\u00e9 ela ser \u00abmais forte do que a morte\u00bb, ent\u00e3o, <em>nada nem ningu\u00e9m poder\u00e1 tirar-nos o sossego interior, a calma do esp\u00edrito<\/em>, como aconteceu com tant@s sant@s!!!<\/p>\n<p>A \u2013 Fica aqui o nosso \u201cdesafio\u201d: Porque \u00e9 que n\u00f3s, crist\u00e3os, sentimos ainda tantos \u201cmedos\u201d!?&#8230;<\/p>\n<p><u>\u00a0<\/u><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><u>A\/B<\/u>:<strong> Ser\u00e1, Senhor, que <em>o medo<\/em> se instalou e deitou ra\u00edzes dentro de n\u00f3s<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>e n\u00e3o vamos ser capazes de o eliminar como sendo uma \u201cerva daninha\u201d?<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>Claro que somos herdeiros duma tradi\u00e7\u00e3o b\u00edblica (\u00abJav\u00e9-<em>sebaot<\/em>, dos<em> ex\u00e9rcitos<\/em>\u00bb),<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>mas desde que Jesus, o Filho, nos revelou o Teu verdadeiro rosto de Pai, <em>Abb\u00e1<\/em>,<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: right;\"><strong>queremos sentir-nos e vivermos como <em>filhos do Amor<\/em>, e nunca do <em>temor!<\/em>\u00a0\u00a0 <\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0<\/strong>\u00a0<strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<em>\u00a0\u00a0<\/em><\/strong><\/p>\n<p>\/\/ <em>PARA uma outra REFLEX\u00c3O ALARGADA:<\/em> <a href=\"http:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\">http:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8211;\u00a0A\u00a0PALAVRA, Refletida\u00a0ao ritmo Lit\u00fargico &#8211; \u00a0(Ciclo A \u2013 Domingo 19 do T. 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