{"id":3733,"date":"2019-03-29T22:55:52","date_gmt":"2019-03-29T22:55:52","guid":{"rendered":"http:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/?p=3733"},"modified":"2019-03-29T23:03:19","modified_gmt":"2019-03-29T23:03:19","slug":"era-prodigo-o-filho-ou-o-pai","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/?p=3733","title":{"rendered":"ERA \u00abPR\u00d3DIGO\u00bb O FILHO? OU O PAI?"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"300\" src=\"http:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/12c-Era-\u00abPr\u00f3digo\u00bb-o-filho-Ou-o-pai-3.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3735\" srcset=\"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/12c-Era-\u00abPr\u00f3digo\u00bb-o-filho-Ou-o-pai-3.png 400w, https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/12c-Era-\u00abPr\u00f3digo\u00bb-o-filho-Ou-o-pai-3-300x225.png 300w, https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/12c-Era-\u00abPr\u00f3digo\u00bb-o-filho-Ou-o-pai-3-398x298.png 398w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>\n \n \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n  \n \n \n \n\n \n \n \n<em>&nbsp;<\/em><em>(Ciclo C \u2013 Domingo 4 da Quaresma)<\/em><strong>&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>ERA \u00abPR\u00d3DIGO\u00bb O FILHO? OU O PAI?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><em>Por\nexig\u00eancia do gui\u00e3o, a nossa Reflex\u00e3o de hoje vem na sequ\u00eancia da do domingo anterior:\nfeliz coincid\u00eancia! A\u00ed v\u00edamos que o verdadeiro \u00abnome\u00bb de Deus, o essencial \u2013 o \u201cAbb\u00e1-PAI\u201d\n\u2013 foi-nos revelado pelo Filho, Jesus, pois s\u00f3 o Filho \u00abconhece a Sua ess\u00eancia\u00bb.\nEle pr\u00f3prio o afirmou em certa altura: \u201cNingu\u00e9m conhece o Pai sen\u00e3o o Filho e\naquele a quem o Filho o quiser revelar\u201d (Mt 11, 27).<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>No\nentanto, naquela nossa reflex\u00e3o ficamos a saber apenas qual era esse \u00abverdadeiro\nNome\u00bb, isto \u00e9, PAI. Faltava-nos, por\u00e9m, conhecer \u00abcomo \u00e9 realmente este PAI\u00bb. E\nembora a maioria (?) dos \u201chumanos\u201d possamos ter uma \u201cimagem bondosa\u201d do nosso pai\nterreal\u2026 este PAI supera todos (n\u00e3o em v\u00e3o Ele \u00e9 a origem de todo o ser \u201cm\u00e3e-pai\u201d!).\nEra, por isso, justo e necess\u00e1rio que algu\u00e9m nos \u201cpintasse\u201d o verdadeiro \u00abretrato\u00bb\ndeste Pai-Deus&#8230; E \u00e9 ent\u00e3o que Jesus \u201cinventou\u201d (imaginou e criou) a melhor\ndas par\u00e1bolas que encontramos nos Evangelhos: a que \u00e9 conhecida como \u00abpar\u00e1bola\ndo \u2018filho pr\u00f3digo\u2019\u00bb. Tanto assim, que alguns \u201cautores\u201d \u2013 j\u00e1 em tempos idos \u2013 atreveram-se\na afirmar (por estas ou parecidas palavras): \u00abEnquanto a humanidade for isso,\nhumanidade, n\u00e3o houve, nem haver\u00e1, qualquer \u201cs\u00e1bio\u201d \u2013 seja ele profeta ou poeta\nou fil\u00f3sofo ou cientista ou te\u00f3logo \u2013 capaz de escrever uma \u201cp\u00e1gina liter\u00e1ria\u201d\nque chegue a igualar, e menos ainda superar, esta \u201cP\u00e1gina Evang\u00e9lica\u201d da\npar\u00e1bola \u201cdo filho pr\u00f3digo\u201d ou \u201cdo pai misericordioso\u201d, inventada por Jesus de\nNazar\u00e9\u00bb\u2026 <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>E postos\ntamb\u00e9m a fazermos prospe\u00e7\u00e3o com o significado das palavras, digamos que h\u00e1 os\nque pensam que o primeiro sentido de \u201cpr\u00f3digo\u201d (\u2018prodigar\u2019), nas nossas\nl\u00ednguas, \u00e9 o daquele \u201cque d\u00e1 sem medida, que oferece em abund\u00e2ncia\u201d [embora\ntenha tamb\u00e9m o sentido de \u201cpr\u00f3digo no gastar\u201d]\u2026 Ent\u00e3o, o t\u00edtulo da par\u00e1bola, em\nvez de ser \u201cdo filho pr\u00f3digo\u201d, teria de ser \u00abdo pai pr\u00f3digo\u00bb\u201d, quer dizer, algu\u00e9m\nque \u00e9, sem limites: generoso, magn\u00e2nimo, pr\u00f3digo\u2026 e, sobretudo, \u00abcompassivo e\nmisericordioso\u00bb! Em consequ\u00eancia, o t\u00edtulo tradicional da par\u00e1bola \u2013 referida\nao filho \u2013 passaria a ser este outro: a \u201cdo filho esbanjador\u201d, manirroto, que \u201cgasta\nem excesso\u201d, dissipa, dilapida os bens (que afinal foi a atitude e conduta do\n\u201cfilho mais novo\u201d). Portanto, em definitivo, o \u00abPr\u00f3digo em Amor e Miseric\u00f3rdia\u00bb\nfoi o pai, esse pai que constitui \u2013 na \u201cpar\u00e1bola de Jesus\u201d \u2013 o vivo retrato e figura\ndo Abb\u00e1-Pai-Deus.<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Bom,\nacerca desta \u201cpar\u00e1bola extraordin\u00e1ria\u201d j\u00e1 se escreveu tant\u00edssimo, ao longo da hist\u00f3ria\ndestes vinte s\u00e9culos (e o que se escrever\u00e1 no futuro!)\u2026 que n\u00f3s, agora, apenas tentaremos\np\u00f4r o nosso pequeno \u00abgr\u00e3o de areia\u00bb, limitando a nossa reflex\u00e3o a alguns breves\n\u201ctextos\u201d da Palavra de hoje, no Evangelho (Lc. 15 \/ 3\u00aa L.), centrados nos dois \u201cprotagonistas\nprincipais\u201d, <strong>pai<\/strong> e <strong>filho <\/strong>mais novo. [Mas antes de\nprosseguirmos a Reflex\u00e3o (fica o nosso conselho) seria bom fazer previamente a leitura\natenta e pausada do Texto da par\u00e1bola].<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>O <strong>\u00abpai\u00bb<\/strong>, come\u00e7a por aceitar \u2013 embora com profunda\ndor \u2013 a decis\u00e3o do filho mais novo, pois o Amor verdadeiro respeita sempre a\nliberdade do outro: \u201c\u2026\u00abPai, d\u00e1-me a parte da heran\u00e7a que me toca\u00bb. O pai\nrepartiu os bens pelos filhos. Alguns dias depois, o filho mais novo\u2026 partiu\npara um pa\u00eds distante\u2026\u201d. <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mas a\n\u00fanica for\u00e7a interior capaz de desencadear a convers\u00e3o, no \u00edntimo deste <strong>\u00abfilho\u00bb <\/strong>mais novo, vai ser a lembran\u00e7a\ndesse Amor bondoso e compassivo do pai: \u201c\u2026Caindo em si, disse: \u00abQuantos trabalhadores\nde meu pai t\u00eam p\u00e3o em abund\u00e2ncia, e eu aqui a morrer de fome!\u201d. E essa mesma recorda\u00e7\u00e3o\ndo afeto e amizade do pai provoca a \u201cdecis\u00e3o firme de voltar\u201d: \u201cVou-me embora,\nvou ter com meu pai e dizer-lhe: Pai, pequei contra o C\u00e9u e contra ti\u2026\u201d. Al\u00e9m\ndo mais, esta atitude de convers\u00e3o decidida do filho, n\u00e3o deixa de ser sincera\ne humilde, pois reconhece tamb\u00e9m, na sua sinceridade: \u201cJ\u00e1 n\u00e3o mere\u00e7o ser\nchamado teu filho, mas trata-me como um dos teus trabalhadores\u00bb\u201d.<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Desde\nlogo, aquele \u00abpai\u00bb tamb\u00e9m n\u00e3o tinha ficado \u201cde bra\u00e7os cruzados\u201d \u00e0 espera do\nposs\u00edvel regresso do filho. Pelo contr\u00e1rio, uma vez que a \u201cenergia\u201d que move o\ncora\u00e7\u00e3o do pai \u00e9 o Amor sem limites, parece como que esse mesmo cora\u00e7\u00e3o\npaternal tivesse estado \u201cinquieto\u201d todo esse tempo, como que \u201cpendente do\nretorno do filho\u201d, espreitando, dia ap\u00f3s dia, todos os caminhos prov\u00e1veis por\nonde o filho poderia aparecer. Se assim n\u00e3o fosse, mal o pai o teria avistado\nquando ele apareceu no horizonte! \u201cAinda ele estava longe, quando o pai o viu:\nencheu-se de compaix\u00e3o e correu a lan\u00e7ar-se-lhe ao pesco\u00e7o, cobrindo-o de\nbeijos\u201d. <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Esta \u00e9,\npois, a \u201ccena\u201d central do Perd\u00e3o; o \u201cquadro\u201d comovente desse Abra\u00e7o que fusiona\ne \u2018(con)funde\u2019 pai e filho no mesmo AMOR. E aqui, sobram as palavras! Nem o\nmais m\u00ednimo gesto ou palavra de censura da parte do pai! Tudo fica envolvido e trespassado\npelo Amor, a Alegria e a Festa: \u201c\u00abTrazei depressa a melhor t\u00fanica e vesti-lha.\nPonde-lhe um anel no dedo e sand\u00e1lias nos p\u00e9s. Trazei o vitelo gordo e matai-o.\nComamos e festejemos, porque este meu filho estava morto e voltou \u00e0 vida,\nestava perdido e foi reencontrado\u00bb. E come\u00e7ou a festa\u2026\u201d. Este desgra\u00e7ado \u201cfilho\nmais novo\u201d \u2013 embora ele j\u00e1 n\u00e3o pretendia tanto! \u2013 continua a ser <strong>\u00abfilho\u00bb<\/strong> (o \u201canel no dedo\u201d), como sempre\no foi para aquele <strong>\u00abPai\u00bb<\/strong> Amoroso e\ncheio de Miseric\u00f3rdia, que \u00abn\u00e3o tem mem\u00f3ria\u00bb! Sim, isso mesmo, este \u00abnosso Pai\u00bb\nest\u00e1 em perp\u00e9tua \u201camn\u00e9sia\u201d para os erros e pecados dos seus filhos!<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Na verdade,\neste era \u2013 \u00e9 e ser\u00e1! \u2013 <strong>o Pai<\/strong> que nos\nconv\u00e9m! Diante d\u2019Ele, qualquer ser humano, no seu \u201cuso normal de raz\u00e3o\u201d \u2013 mesmo\no que se achar mais afastado de Deus! \u2013 sentir-se-\u00e1 comovido, seduzido,\nvencido, rendido\u2026 Salvado, nos bra\u00e7os deste Pai-M\u00e3e!<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Hoje, Pai nosso e Senhor do C\u00e9u, <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>a nossa Ora\u00e7\u00e3o \u00e9 um Salmo diferente, <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>o salmo da Tua Bondade de Pai-M\u00e3e, <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>o salmo da par\u00e1bola do pai pr\u00f3digo\u201d <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>e o salmo do Teu Filho Amado, Jesus, <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>o verdadeiro \u201cFilho mais velho\u201d\u2026 <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Sim, Jesus, porque Tu \u00e9s o Mediador <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>entre o \u201cPai, pr\u00f3digo em Amor-ternura\u201d <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>e o \u201cfilho desgra\u00e7ado\u201d que \u00e9 cada um de n\u00f3s, <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cfilhos esbanjadores\u201d dos Teus Tesouros, <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cperdul\u00e1rios\u201d das Tuas Gra\u00e7as e Dons\u2026 <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Mas agora \u00abqueremos voltar para Ti, Pai\u00bb<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>como o \u00abfilho da par\u00e1bola\u00bb contada por Jesus,\n<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00abpara assim ficarmos radiantes e alegres, <\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>e o nosso rosto de vergonha se vire para a\nLuz\u00bb.<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8211; Obrigado, Pai-M\u00e3e, porque nos deste <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>este \u201cIrm\u00e3o mais velho\u201d (que n\u00e3o \u2018o outro\u2019!),\nJesus Cristo, <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cpara, n\u2019Ele, nos reconciliares conTigo\u201d <\/em><em>(*):<\/em><em> <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Ele pr\u00f3prio \u00e9 o \u201cRosto fiel da Tua\nMiseric\u00f3rdia\u201d <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u2013 \u00abMisericordiae vultus\u00bb, dito pelo Papa\nFrancisco \u2013. <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>&#8211; Obrigado, Jesus, nosso Irm\u00e3o, reflexo de\nDeus, <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>que nos \u201cpintaste\u201d o melhor \u201cretrato\u201d do Pai <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>naquela Tua admir\u00e1vel \u00abpar\u00e1bola do filho pr\u00f3digo\u00bb,\n<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>copiando, nela, os \u00abtra\u00e7os Filiais\u00bb da Tua\nPessoa, <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u201cimagem vis\u00edvel\u201d do Seu Ser Invis\u00edvel\u2026 <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Assim, \u00aba toda a hora bendiremos o Pai-Deus\u00bb<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>e proclamaremos l\u00e1 onde for preciso: <\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>\u00abSaboreai e vede como o Pai-M\u00e3e \u00e9 Bom!\u00bb.\u00a0\u00a0\u00a0<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em> [ do Salmo Responsorial \/ 33 (34) ]\u00a0\u00a0 \u00a0(*)-(2 Cor 5 \/ 2\u00aa L.).<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;(Ciclo C \u2013 Domingo 4 da Quaresma)&nbsp; ERA \u00abPR\u00d3DIGO\u00bb O FILHO? 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