{"id":7090,"date":"2024-08-02T14:49:30","date_gmt":"2024-08-02T14:49:30","guid":{"rendered":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/?p=7090"},"modified":"2024-08-02T14:49:31","modified_gmt":"2024-08-02T14:49:31","slug":"trabalhai-pelo-alimento-que-dura-ate-a-vida-eterna-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/?p=7090","title":{"rendered":"\u00abTrabalhai pelo alimento que dura at\u00e9 \u00e0 vida eterna\u00bb"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/41bbb-Trabalhai.-pelo-alimento-que-dura-ate-a-vida-eterna.png\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"412\" height=\"635\" data-id=\"7091\" src=\"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/41bbb-Trabalhai.-pelo-alimento-que-dura-ate-a-vida-eterna.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-7091\" srcset=\"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/41bbb-Trabalhai.-pelo-alimento-que-dura-ate-a-vida-eterna.png 412w, https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2024\/08\/41bbb-Trabalhai.-pelo-alimento-que-dura-ate-a-vida-eterna-195x300.png 195w\" sizes=\"(max-width: 412px) 100vw, 412px\" \/><\/a><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p><a>\uf0c6\u00a0 <\/a><a><strong>\u201c\u00abNo Egito\u2026 ao p\u00e9 das panelas\u2026 com\u00edamos p\u00e3o at\u00e9 nos saciarmos\u00bb (\u2026) \u00abMan-hu?\u00bb (\u2018Que \u00e9 isto?\u2019)\u2026 Disse-lhes Mois\u00e9s: \u00ab\u00c9 o p\u00e3o que o Senhor vos d\u00e1 em alimento\u00bb\u201d. <em>[Ex 16,<\/em><\/strong><\/a><em>3.15<\/em><em> (1\u00aaL.)<strong>]<\/strong><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><a>\uf0c6&nbsp; <\/a><strong>\u201c\u2026Ponde de parte o homem velho, corrompido, \u2026 e revesti-vos do homem novo, criado \u00e0 imagem de Deus\u2026 em justi\u00e7a e santidade verdadeiras\u201d. <em>[Ef 4,<\/em><\/strong><em>22.24<\/em><em> (2\u00aaL)<strong>]<\/strong><\/em><strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\uf0c6<a> <strong>&nbsp;<\/strong><\/a><strong>\u201cDisse-lhes Jesus\u2026: \u00ab<u>Trabalhai<\/u>, n\u00e3o tanto pela comida que se perde, mas <u>pelo alimento que dura at\u00e9 \u00e0 vida eterna<\/u> e que o Filho do homem vos dar\u00e1\u2026\u00bb\u201d. <em>[Jo 6,<\/em><\/strong><em>27<\/em><em> (3\u00aaL)<strong>]<\/strong><\/em><em>.<\/em><strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<\/p>\n\n\n\n<p>A nossa \u2018triste\u2019 (?) <em>situa\u00e7\u00e3o<\/em> como seres humanos\u2026 Melhor dizendo, <em>alegre (!) e feliz situa\u00e7\u00e3o<\/em> \u2013 de presente e para o futuro infinito \u2013 que \u00e9 a realidade de nos encontrarmos sempre numa \u201ccont\u00ednua tens\u00e3o\u201d entre <em>dois \u2018polos\u2019 <\/em>opostos, muito diversificados: <em>passado<\/em> e <em>futuro<\/em>, <em>velho<\/em> e <em>novo<\/em>, <em>conhecido<\/em> e <em>desconhecido<\/em>, <em>caduco<\/em> e <em>perene<\/em>, <em>experimentado<\/em> e <em>por experimentar<\/em>, etc. etc.<\/p>\n\n\n\n<p>E porque \u00e9 que dizemos que \u00e9 uma realidade <em>gozosa e venturosa<\/em> esta nossa <em>condi\u00e7\u00e3o<\/em> humana?&#8230; N\u00e3o ser\u00e1 porque, ao ser de \u201ctens\u00e3o cont\u00ednua\u201d, n\u00e3o nos permite ficarmos adormecidos no <em>\u2018dolce far niente\u2019<\/em> (no dizer dos irm\u00e3os italianos), ou seja, apostar, apenas e s\u00f3, em <em>fazer nada<\/em> ou naquilo que <em>nos causa gosto e prazer sens\u00edvel<\/em>, sem olhar para mais nada? Ser\u00e1 isto?&#8230; \u00c9 que, se assim for, afinal (!?) estava tudo perdido, e nada teria valido a pena quando chegar <em>\u00aba hora da Verdade\u00bb<\/em>\u2026 Tempo perdido (em duas palavras)!<\/p>\n\n\n\n<p>Portanto, sim, ser\u00e1 preciso optar, apostar, em todo o momento \u2013 da\u00ed a \u2018boa tens\u00e3o\u2019 \u2013 . Ou entre: <em>\u201co p\u00e3o antigo\u2026 e o p\u00e3o atual que o Senhor d\u00e1\u201d(Ex 16)<\/em>\u2026 Ou entre: <em>\u201ca comida que se perde\u2026 e o alimento que dura at\u00e9 \u00e0 vida eterna e que d\u00e1 o Filho do homem\u201d(Jo 6)\u2026 <\/em>Ou, ent\u00e3o, entre: <em>\u201co homem velho, corrompido (corrupto)\u2026 e o homem novo, criado \u00e0 imagem de Deus\u201d(Ef 4)<\/em>\u2026 Escolha tua, e minha, e de todos e cada um!<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00ab<\/strong><strong> <\/strong>Com o teu T\u00edtulo de \u201cSenhora de \u00c1frica\u201d, t\u00e3o antigo j\u00e1 no continente Africano mas que tanto custa espalhar por diversos motivos, Tu queres, M\u00e3e, continuar a demonstrar-nos que para Ti n\u00e3o h\u00e1 distin\u00e7\u00e3o de ra\u00e7as nem de cores entre os <em>teus filhos humanos<\/em> \u2013 \u00abSenhora de todas as Faces\u00bb \u2013. Por isso, n\u00f3s queremos imitar-Te e, quando agora Te rezamos, fazemo-lo com um cora\u00e7\u00e3o universal, unindo-nos a esses teus filhos africanos, que suplicam a tua prote\u00e7\u00e3o com esta Ora\u00e7\u00e3o: \u00ab\u00d3 Senhora Nossa da \u00c1frica, alcan\u00e7a-nos do teu divino Filho, a cura para os doentes, a consola\u00e7\u00e3o para os aflitos, o perd\u00e3o para os pecadores\u2026 Intercede junto do teu divino Filho pela \u00c1frica, e alcan\u00e7a, para toda a humanidade, a salva\u00e7\u00e3o e a paz! Am\u00e9m\u00bb.<\/p>\n\n\n\n<p>NOTAS COMPLEMENTARES: &nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><a>1-] <\/a><a>&nbsp;<\/a><a><\/a>Nossa Senhora de \u00c1frica (Arg\u00e9lia e Ceuta) &#8211; Tamb\u00e9m designada como <em>\u201cNossa Senhora de todas as Faces\u201d(*)<\/em>. Bem, na verdade, n\u00e3o se trata, propriamente, de uma \u201cApari\u00e7\u00e3o\u201d no sentido tradicional\u2026 Se nos remontarmos na hist\u00f3ria, vemos que a evangeliza\u00e7\u00e3o do continente africano teve in\u00edcio no s\u00e9c. II, ao passar, a <em>Arg\u00e9lia<\/em>, a ser <em>prov\u00edncia romana<\/em>, e entrar, naquela altura, os primeiros <em>crist\u00e3os<\/em> para a evangelizar. E j\u00e1 no s\u00e9c. V (\u00e0 morte do grande <em>Santo Agostinho<\/em> \/ de Tagaste e Hipona) eram abundantes neste pa\u00eds as Bas\u00edlicas e Santu\u00e1rios Marianos\u2026 Depois (s\u00e9c. VII) aconteceria a invas\u00e3o \u00e1rabe, e a imposi\u00e7\u00e3o do \u2018islamismo\u2019 como religi\u00e3o do estado. Ficou apenas 2% de argelinos crist\u00e3os\u2026 Ent\u00e3o, em resumo, eis o in\u00edcio da constru\u00e7\u00e3o do <em>Santu\u00e1rio Mariano<\/em> atual: Duas jovens oper\u00e1rias (1846) <em>Margarita Bergezio<\/em> e <em>Anna Cuiquien<\/em>, de Lyon (Fran\u00e7a), chegaram a <em>Argel<\/em>, capital da Arg\u00e9lia, como <em>\u201cmission\u00e1rias\u201d<\/em>. Sentiram logo a falta de uma igreja ou capela dedicada \u00e0 M\u00e3e de Deus, na qual pudessem expandir a sua devo\u00e7\u00e3o. Colocaram, ent\u00e3o, uma <em>pequena imagem da Virgem Maria<\/em> sobre uma oliveira nas proximidades da cidade (Argel). Em pouco tempo, esse lugar transformou-se num <em>centro de peregrina\u00e7\u00e3o<\/em> por parte de numerosos devotos de Nossa Senhora. Com a ajuda do povo, constru\u00edram (1857) uma pequena capela. No ano seguinte, o <em>bispo de Argel<\/em> conseguiu iniciar a constru\u00e7\u00e3o de um magn\u00edfico Santu\u00e1rio, que foi conclu\u00eddo em 1872. A \u201cImagem\u201d entronizada no Santu\u00e1rio era de bronze (coroada em 1876) e recebeu o t\u00edtulo de \u00abNossa Senhora da \u00c1frica\u00bb. A devo\u00e7\u00e3o \u00e0 Virgem Maria vem crescendo no continente africano principalmente desde a segunda metade do s\u00e9culo XX\u2026 <strong>[<\/strong> <em>A registar \u2013 em honra da verdade hist\u00f3rica \u2013 que <u>existe um outro templo-santu\u00e1rio<\/u>, mais simples, dedicado \u00e0 Virgem Maria, conhecido como \u201cIgreja de Nossa Senhora de \u00c1frica\u201d (quatro s\u00e9culos anterior) constru\u00eddo (1420-1430) na cidade de <u>Ceuta<\/u> (a 1000 km a oeste de Argel) durante o dom\u00ednio portugu\u00eas deste \u2018enclave\u2019 (costa norte-africana) <\/em><strong>]<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><em>(*).- Porque: 1- <\/em>\u201cSenhora de \u00c1frica\u201d<em> tem muitas <\/em>\u2018variantes africanas\u2019;2- \u201cMARIA\u201d<em> \u2018representou-se\u2019 <\/em>sempre de\u2018mil\u2019 formas<em>.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>2-]&nbsp; <a><\/a><a><\/a><a><\/a><a><\/a><a><u>Coqueiro<\/u><\/a> (<em>Cocos nucifera<\/em>). Planta da fam\u00edlia <em>Arecace\u00e6<\/em> (<em>palmeiras<\/em>). \u00c9 a \u00fanica <em>esp\u00e9cie<\/em> (<em>nucifera<\/em>) classificada no <em>G\u00eanero<\/em> (<em>Cocos<\/em>). Palmeira que pode crescer at\u00e9 30 metros de altura, com folhas <em>pinadas<\/em> de 4-6 m de comprimento, com <em>pinas<\/em> de 60-90 cm. As folhas v\u00e3o caindo, sucessivamente, deixando o tronco liso. Origin\u00e1ria do Sudeste Asi\u00e1tico, espalhou-se atrav\u00e9s dos tr\u00f3picos, particularmente ao longo da linha costeira tropical, devido a que as sementes, os <em>frutos<\/em> (cocos), s\u00e3o transportadas, pelas correntes marinhas, a grandes dist\u00e2ncias, ao flutuarem pela sua pouca densidade. Assim, n\u00e3o admira que se encontrem na maior parte das <em>ilhas polin\u00e9sias<\/em> do Pac\u00edfico. O <em>coco<\/em> \u00e9 um fruto seco simples classificado como drupa fibrosa <em>[<\/em>n\u00e3o sendo portanto \u2018noz\u2019, embora o nome da esp\u00e9cie (<em>nucifera<\/em>) possa, por isso, induzir a erro<em>]<\/em>. Na <em>germina\u00e7\u00e3o<\/em>, o seu <em>mesocarpo<\/em> duro tem <em>tr\u00eas poros<\/em> de germina\u00e7\u00e3o, vis\u00edveis ao remover a casca (<em>exocarpo<\/em>), [\u2018tr\u00eas poros\u2019 de onde deriva o nome \u2013 coco \u2013 que tem uma curiosa explica\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, para assustar as crian\u00e7as\u2026]. Atrav\u00e9s de um desses <em>poros,<\/em> ou buraquinhos, o <em>embri\u00e3o<\/em> e a <em>rad\u00edcula<\/em> rompem o tegumento para a <em>germina\u00e7\u00e3o da nova planta<\/em>. A aplica\u00e7\u00e3o mais abundante e estendida do <em>fruto<\/em> (coco) \u2013 al\u00e9m do seu uso como \u201c\u00e1gua de coco\u201d envasada \u2013 \u00e9 na ind\u00fastria da <em>do\u00e7aria<\/em> e similares. Assim, h\u00e1 muitos produtos <em>aliment\u00edcios<\/em> tirados da \u201cpolpa do coco\u201d: <em>leite de coco<\/em>, <em>manteiga de coco<\/em>, <em>\u00f3leo de coco<\/em>, coco ralado, arroz com coco, bebida alco\u00f3lica (<em>a \u2018tuba\u2019<\/em>), etc. Os pa\u00edses de maior <em>produ\u00e7\u00e3o de cocos<\/em> a n\u00edvel mundial s\u00e3o, por esta ordem: Indon\u00e9sia, Filipinas, \u00cdndia\u2026&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>3-] &nbsp;Os <em>\u2018Lugares\u2019<\/em> (Santu\u00e1rios-Apari\u00e7\u00f5es-T\u00edtulos-Invoca\u00e7\u00f5es\u2026) de<strong> \u2018NOSSA SENHORA\u2019 e M\u00c3E,<\/strong> <strong>Maria,<\/strong><em> \u2018visitados\u2019 nas nossas Reflex\u00f5es,<\/em> at\u00e9 ao presente, s\u00e3o, por esta ordem<strong>:<\/strong> &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<strong><em>[<\/em><\/strong><em>O <\/em><strong>\u2018<u>link<\/u>\u2019<\/strong><em>do <\/em><strong>Blog<\/strong><em> \u2013 arquivo de <\/em>todas as<strong>REFLEX\u00d5ES<\/strong><em> \u2013 vai sempre no fim<strong>]<\/strong><\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&#8212;<\/strong>&nbsp; 1. DE F\u00c1TIMA (Europa \/ Portugal). \/\/ 2. DE GUADALUPE (Am\u00e9rica \/ M\u00e9xico). \/\/ 3. DE LURDES (Fran\u00e7a). \/\/ 4. DE APARECIDA (Brasil). \/\/ 5. DE KIBEHO (\u00c1frica \/ Ruanda). \/\/ 6. DE AKITA e NAJU (\u00c1sia \/ Jap\u00e3o e Coreia do S.). \/\/ 7. AUXILIADORA (Oce\u00e2nia \/ Papu\u00e1sia e Austr\u00e1lia). \/\/ 8. DO CARMO (Israel e Inglaterra). \/\/ 9. DAS NEVES (It\u00e1lia). \/\/ 10. DOS POVOS (Holanda). \/\/ 11. DAS GRA\u00c7AS (Fran\u00e7a). \/\/ 12. DE CZESTOCHOWA (Pol\u00f3nia). \/\/ 13. DE COROMOTO (Venezuela). \/\/ 14. DE LIPA (Filipinas). \/\/ 15. DA CANDEL\u00c1RIA (Espanha). \/\/ 16. DE KNOCK (Irlanda). \/\/ 17. DE BEAURAING (B\u00e9lgica). \/\/ 18. DE LORETO (It\u00e1lia). \/\/ 19. DO ROS\u00c1RIO (Fran\u00e7a). \/\/ 20. DE LUJ\u00c1N (Argentina). \/\/ 21. DE ZEITOUN (Egito). \/\/ 22. DA CRUZ \/ DE HERFORD (Alemanha). \/\/ 23. DA BOA SA\u00daDE (\u00cdndia). \/\/ 24. DE KAZAN (R\u00fassia). \/\/ 25. DE WALSINGHAM (Inglaterra). \/\/ 26. DE LA SALETTE (Fran\u00e7a). \/\/ 27. DE CARAVAGGIO (It\u00e1lia). \/\/ 28. DE BANNEUX (B\u00e9lgica). \/\/ 29. DE SILUVA (Litu\u00e2nia). \/\/ 30. DE CUA (Venezuela). \/\/ 31. DE CUAPA (Nicar\u00e1gua). \/\/ 32\/33. DA CHINA (<em>Dongl\u00fc<\/em>-Hebei). \/\/ 34. EM JERUSAL\u00c9M (Israel\/Palestina). \/\/ 35. DE LA VANG (Vietname). \/\/ 36. DE NECEDAH (Wisconsin-USA). \/\/ 37. DE HEDDE (Alemanha). \/\/ 38. DE TR\u00c9 FONTANE (It\u00e1lia-Roma). \/\/ 39. DE CALANDA (Espanha). \/\/ 40. DE GUNADALA (\u00cdndia). \/\/ 41. DE \u00c1FRICA (Arg\u00e9lia e Ceuta). \/\/ \/\/&nbsp;<em>PARA outras REFLEX\u00d5ES AFINS:<\/em><a href=\"http:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\">http:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net<\/a><\/p>\n\n\n<!-- wp:themify-builder\/canvas \/-->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\uf0c6\u00a0 \u201c\u00abNo Egito\u2026 ao p\u00e9 das panelas\u2026 com\u00edamos p\u00e3o at\u00e9 nos saciarmos\u00bb (\u2026) \u00abMan-hu?\u00bb (\u2018Que \u00e9 isto?\u2019)\u2026 Disse-lhes Mois\u00e9s: \u00ab\u00c9 o p\u00e3o que o Senhor vos d\u00e1 em alimento\u00bb\u201d. [Ex 16,3.15 (1\u00aaL.)] \uf0c6&nbsp; \u201c\u2026Ponde de parte o homem velho, corrompido, \u2026 e revesti-vos do homem novo, criado \u00e0 imagem de Deus\u2026 em justi\u00e7a e santidade [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-7090","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-refletida","has-post-title","has-post-date","has-post-category","has-post-tag","has-post-comment","has-post-author",""],"builder_content":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7090","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=7090"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7090\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7092,"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7090\/revisions\/7092"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=7090"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=7090"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=7090"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}