{"id":7336,"date":"2025-11-29T08:00:52","date_gmt":"2025-11-29T08:00:52","guid":{"rendered":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/?p=7336"},"modified":"2025-11-29T08:00:52","modified_gmt":"2025-11-29T08:00:52","slug":"o-encontro-definitivo-eterno","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/?p=7336","title":{"rendered":"\u00abO \u2018ENCONTRO\u2019 DEFINITIVO\u2026 ETERNO!\u00bb"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/17.c.O-ENCONTRO-DEFINITIVO.-ETERNO.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"863\" src=\"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/17.c.O-ENCONTRO-DEFINITIVO.-ETERNO-1024x863.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7337\" srcset=\"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/17.c.O-ENCONTRO-DEFINITIVO.-ETERNO-1024x863.jpg 1024w, https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/17.c.O-ENCONTRO-DEFINITIVO.-ETERNO-300x253.jpg 300w, https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/17.c.O-ENCONTRO-DEFINITIVO.-ETERNO-768x647.jpg 768w, https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/17.c.O-ENCONTRO-DEFINITIVO.-ETERNO.jpg 1335w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>\u00abO \u2018ENCONTRO\u2019 DEFINITIVO\u2026 ETERNO!\u00bb<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Nestes \u00faltimos dias do fim do Ano Lit\u00fargico (C) e entrada no novo Ciclo (A), achamo-nos num <em>tempo e ambiente<\/em> semelhantes aos que t\u00ednhamos (h\u00e1 um m\u00eas atr\u00e1s) na altura da nossa <em>reflex\u00e3o<\/em> anterior <em>(\u00abTRANSCEND\u00caNCIA &#8211; para n\u00f3s &#8211; \u00e9 INCOMPREENS\u00cdVEL\u00bb)<\/em>. [Por isso, n\u00e3o estaria demais consultar essa <em>reflex\u00e3o<\/em>]\u2026<\/p>\n\n\n\n<p>E este ambiente dos dias presentes, s\u00e3o tempos e circunst\u00e2ncias que nos convidam a pensar e refletir nas <em>ocorr\u00eancias<\/em> que ter\u00e3o lugar, impreterivelmente, nas etapas finais da nossa exist\u00eancia humana terrena e mortal, e que na linguagem popular tradicional se designam como <em>\u201cos Nov\u00edssimos\u201d<\/em> (que desde antigo se diziam: <em>morte<\/em>, <em>ju\u00edzo<\/em>, <em>inferno<\/em>, <em>para\u00edso<\/em>)&#8230; Tudo isto acontecer\u00e1 na <em>\u201cPar\u00fasia\u201d<\/em>, que se define como <em>\u201ca segunda e definitiva vinda ou presen\u00e7a de Cristo\u201d<\/em>. O que \u00e9 designado tamb\u00e9m como <em>\u201cEscatologia\u201d<\/em> ou Acontecimentos Escatol\u00f3gicos\u2026&nbsp; Cada qual pode pensar ou imaginar o que achar por bem\u2026<\/p>\n\n\n\n<p>Por\u00e9m, e a respeito dos \u201cNov\u00edssimos\u201d, de \u201cPar\u00fasia\u201d, e de \u201cEscatologia\u201d, tem aqui cabimento um dos <em>Nov\u00edssimos<\/em> (= <em>realidades \u00faltimas<\/em> que acontecem, a todos e cada qual, ao fim dos tempos): referimo-nos ao <em>nov\u00edssimo<\/em> que damos o nome de <em>\u201cmorte\u201d<\/em>, sem ter muito claro o que se quer dizer com tal termo (n\u00e3o \u00e9?)\u2026<\/p>\n\n\n\n<p>Cristo Jesus \u2013 com a autoridade de quem aceitou tamb\u00e9m a sua pr\u00f3pria <em>morte<\/em> para nos dar exemplo, tamb\u00e9m nisso! \u2013 n\u00e3o deixou de nos explicar, previamente, <em>\u201co sentido\u201d<\/em> mais profundo <em>\u201cde salva\u00e7\u00e3o\u201d<\/em> que tem esta realidade humana da morte. E n\u00e3o s\u00f3 dos humanos mas de todo o ser vivo: animais e plantas\u2026 E ainda que pare\u00e7a um paradoxo: <em>morrer<\/em> (e at\u00e9 nas plantas v\u00ea-se mais claro!) significa <em>dar ou transmitir<\/em> <em>vida<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>O pr\u00f3prio Jesus explica-o atrav\u00e9s da par\u00e1bola do <em>\u201cgr\u00e3o de trigo que morre\u201d<\/em> (ou, que \u2018n\u00e3o quer morrer\u2019). Diz Ele: <em>\u201cSe o gr\u00e3o de trigo, lan\u00e7ado \u00e0 terra, n\u00e3o morrer, fica ele s\u00f3; mas, se morrer, d\u00e1 muito fruto\u201d<\/em> <em>(Jo 12,24)<\/em>. Certamente, muitos conhecem esta passagem do <em>Evangelho<\/em> (<em>em Jo\u00e3o<\/em>). E, curiosamente, o <em>contexto<\/em> em que Jesus diz esta par\u00e1bola (podes ler o <em>texto<\/em> mais completo) \u00e9 quando anuncia aos disc\u00edpulos que a sua <em>paix\u00e3o, morte e ressurrei\u00e7\u00e3o<\/em> est\u00e3o j\u00e1 pr\u00f3ximas.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas, bem vale a pena uma breve explica\u00e7\u00e3o\u2026 Se essa \u2018semente\u2019 n\u00e3o <em>morrer<\/em> assim, ir\u00e1 ficar ela \u2018s\u00f3\u2019, e ent\u00e3o, aos poucos vai \u2018secar\u2019 (ficando \u201cinfecunda\u201d!), desagregando-se, desintegrando-se\u2026 e acabando por desaparecer deixando p\u00f3 e nada\u2026 Claro que, desse modo, ele (o \u201cgr\u00e3o de trigo\u201d da par\u00e1bola) tamb\u00e9m \u201cmorre\u201d, mas, neste caso, com uma morte <em>definitiva<\/em> e <em>est\u00e9ril<\/em> (n\u00e3o com a morte aparente e tempor\u00e1ria &#8211; ou seja, simplesmente \u201ccorporal\u201d &#8211; de que se tratava naquele primeiro caso)! Ora bom, esta morte definitiva acontece porque, ao ficar s\u00f3 e sem \u2018liga\u00e7\u00e3o\u2019 com outros \u2013 esses \u2018outros\u2019 a que poderia haver transmitido a <em>sua vida<\/em> \u2013 n\u00e3o chegaram a existir (!?)\u2026 Ent\u00e3o, uma vez \u201cdesaparecido\u201d quem <em>\u2018j\u00e1 estava s\u00f3\u2019<\/em>, acabou tudo para ele, ou ent\u00e3o, <em>findou<\/em> ele pr\u00f3prio!\u2026 Ficou assim tudo claro!?<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos, ent\u00e3o, continuar com mais algumas outras das \u2018quest\u00f5es\u2019 que inici\u00e1vamos no <em>tema-reflex\u00e3o<\/em> anterior. Para tal, come\u00e7amos por transcrever esta afirma\u00e7\u00e3o, que faz\u00edamos l\u00e1: <em>\u201cSe s\u00f3 Deus (o Amor, o Bem, a Bondade,\u2026) \u00e9 Eterno, ent\u00e3o, todo o resto, ou seja, o Mal, \u2018o esp\u00edrito Maligno\u2019 em todas as suas manifesta\u00e7\u00f5es e \u2018poderes demon\u00edacos\u2019! \u2013 ainda que pare\u00e7a e apare\u00e7a com grande poder e for\u00e7a neste nosso mundo! \u2013 tudo isso est\u00e1, finalmente, condenado a desaparecer!\u201d<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas h\u00e1 quem foque esta quest\u00e3o desde um outro ponto de vista.<\/p>\n\n\n\n<p>Na realidade, se s\u00f3 existe Deus (o Bem, o Amor\u2026), ent\u00e3o <em>\u2018o Mal, em si mesmo, no tem raz\u00e3o de ser, simplesmente n\u00e3o existe\u2019\u2026<\/em> Mas como \u00e9 que isto se explica?&#8230; Ajudemo-nos de um \u2018s\u00edmil\u2019, tomado da Natureza (concretamente da <em>F\u00edsica<\/em>). Sabe-se que, por exemplo, nos pares <em>frio-calor<\/em>, <em>treva-luz,\u2026<\/em> quem tem entidade real \u00e9 s\u00f3 um dos dois termos, o outro \u201cn\u00e3o existe\u201d(!?). O <em>frio<\/em> n\u00e3o existe, pois \u00e9 &#8211; apenas e s\u00f3 &#8211; a aus\u00eancia de <em>calor<\/em>, que \u00e9 quem tem <em>entidade f\u00edsica<\/em>; tamb\u00e9m n\u00e3o existe a <em>treva<\/em>, pois \u00e9 o que fica quando falta a <em>luz<\/em>\u2026 Nesta ordem de ideias: onde observemos \u2018o mal\u2019 \u00e9 porque l\u00e1 n\u00e3o se est\u00e1 a fazer <em>o bem<\/em>. &nbsp;Fa\u00e7a-se <em>o bem<\/em> (que deveria ter sido feito) e, no mesmo instante &#8211; <em>\u2018ipso facto\u2019<\/em> &#8211; \u2018o mal\u2019 desaparece. Ou seja que, afinal, o ser humano, <em>consciente e livre<\/em>, \u00e9 quem pode transformar o Mal &#8211; ainda um \u2018ente irreal\u2019 &#8211; em <em>factos reais<\/em> de maldade\u2026 E assim, <em>o mal<\/em> que, dentro de n\u00f3s, existe apenas como possibilidade, ou dito noutros termos, existe <em>\u201cem pot\u00eancia\u201d(!)<\/em>, passa a existir <em>\u201cem facto\u201d(!)<\/em> pela nossa <em>livre vontade<\/em>\u2026 Oxal\u00e1 que n\u00e3o!<\/p>\n\n\n\n<p>Bom. Devemos ir j\u00e1 terminando. Ou, como se diz, <em>resumindo e concluindo<\/em>:<\/p>\n\n\n\n<p>\u2026 Quando tudo <em>\u201cter\u00e1\u201d acabado<\/em> em Bem, quando tudo <em>\u2018ter\u00e1\u2019<\/em> sido transformado em Bom\u2026 ent\u00e3o, por si s\u00f3, <em>\u2018ter\u00e1\u2019<\/em> <em>desaparecido<\/em> tudo o mais\u2026 e j\u00e1 n\u00e3o ficar\u00e1 rasto nenhum do \u2018mal\u2019 e dos \u2018males\u2019\u2026 [Repare-se no verbo <em>\u201cter\u00e1\u201d acabado<\/em>, que vai no <em>tempo<\/em> <em>futuro<\/em> + <em>partic\u00edpio passado<\/em>, a indicar, propositadamente, <em>certeza de futuro!<\/em>].<\/p>\n\n\n\n<p>Ou ent\u00e3o, dito doutro modo. Quando \u201cchegar\u201d a vida-VIDA, quando \u201cse abrir\u201d a ETERNIDADE\u2026 ent\u00e3o acaba o <em>\u2018meu eu\u2019<\/em>, e o <em>\u2018teu tu\u2019<\/em>, e o <em>\u2018seu ele\u2019<\/em>\u2026 Sem perder a nossa <em>personalidade <\/em>individual, evidentemente! -\u00d3 grande mist\u00e9rio!-\u2026 E j\u00e1 somente EXISTE o N\u00d3S: o grande e \u00fanico N\u00d3S &#8211; D E U S &#8211;&nbsp; que <em>conforma<\/em> a <em>integra\u00e7\u00e3o<\/em> de todos os <em>\u201ceus\u201d<\/em> (n\u00e3o s\u00f3 dos humanos mas tamb\u00e9m dos ang\u00e9licos\u2026) poss\u00edveis e at\u00e9 <em>inimagin\u00e1veis<\/em>; passados, presentes e futuros. TODOS\u2026 num PRESENTE Eterno; n\u00e3o est\u00e1tico mas <em>din\u00e2mico<\/em>, em cont\u00ednua <em>muta\u00e7\u00e3o<\/em> e em constante <em>movimento!<\/em>\u2026 E tudo isto, claro, conscientes da nossa <em>linguagem<\/em> humana, \u201cantropol\u00f3gica\u201d (perfeitamente limitada e circunscrita \u00e0s coordenadas <em>esp\u00e1cio-temporais<\/em>) que &#8211; \u2018por enquanto\u2019 &#8211; <em>n\u00e3o pode<\/em> exprimir ou espelhar as \u201crealidades transcendentes\u201d!<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<em>(29-11-2025)<\/em><s>&nbsp; <\/s><em><s>&nbsp;<\/s><\/em><em><s>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/s><\/em><s>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/s><s><\/s><\/p>\n\n\n\n<p>\/\/\u00a0<em>PARA outras REFLEX\u00d5ES, afins aos <u>Tempos Lit\u00fargicos<\/u>, ABRIR o \u2018BLOG\u2019:<\/em> <\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"http:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\">http:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net<\/a><\/p>\n\n\n<!-- wp:themify-builder\/canvas \/-->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00abO \u2018ENCONTRO\u2019 DEFINITIVO\u2026 ETERNO!\u00bb Nestes \u00faltimos dias do fim do Ano Lit\u00fargico (C) e entrada no novo Ciclo (A), achamo-nos num tempo e ambiente semelhantes aos que t\u00ednhamos (h\u00e1 um m\u00eas atr\u00e1s) na altura da nossa reflex\u00e3o anterior (\u00abTRANSCEND\u00caNCIA &#8211; para n\u00f3s &#8211; \u00e9 INCOMPREENS\u00cdVEL\u00bb). [Por isso, n\u00e3o estaria demais consultar essa reflex\u00e3o]\u2026 E este [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[],"class_list":["post-7336","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-refletida","has-post-title","has-post-date","has-post-category","has-post-tag","has-post-comment","has-post-author",""],"builder_content":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7336","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=7336"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7336\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":7338,"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7336\/revisions\/7338"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=7336"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=7336"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=7336"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}