{"id":7377,"date":"2026-06-30T05:46:53","date_gmt":"2026-06-30T05:46:53","guid":{"rendered":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/?p=7377"},"modified":"2026-06-30T05:46:54","modified_gmt":"2026-06-30T05:46:54","slug":"o-salmista-orante-e-a-natureza-viva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/?p=7377","title":{"rendered":"\u00abO SALMISTA ORANTE\u2026 e A NATUREZA VIVA\u00bb"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/23.a.O-SALMISTA-ORANTE\u2026-e-A-NATUREZA-VIVA.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"577\" data-id=\"7378\" src=\"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/23.a.O-SALMISTA-ORANTE\u2026-e-A-NATUREZA-VIVA-1024x577.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-7378\" srcset=\"https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/23.a.O-SALMISTA-ORANTE\u2026-e-A-NATUREZA-VIVA-1024x577.jpg 1024w, https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/23.a.O-SALMISTA-ORANTE\u2026-e-A-NATUREZA-VIVA-300x169.jpg 300w, https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/23.a.O-SALMISTA-ORANTE\u2026-e-A-NATUREZA-VIVA-768x433.jpg 768w, https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/23.a.O-SALMISTA-ORANTE\u2026-e-A-NATUREZA-VIVA-1536x866.jpg 1536w, https:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/23.a.O-SALMISTA-ORANTE\u2026-e-A-NATUREZA-VIVA.jpg 1989w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>\u00abO SALMISTA ORANTE\u2026 e A NATUREZA VIVA\u00bb&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Constatamos que s\u00e3o muitos os Salmos onde o <em>orante salmista<\/em> fica admirado, assombrado, espantado, ao contemplar (ou imaginar) a <em>Cria\u00e7\u00e3o de Deus!<\/em>&#8230; Sim, descobre-se que, nesta Cria\u00e7\u00e3o, existe \u201calgo vivo\u201d; embora sujeito ao ciclo &#8211; repetitivo e cont\u00ednuo &#8211; de <em>\u2018nascer, crescer e morrer\u2019<\/em>. Ou seja, o salmista admira-se do pr\u00f3prio <em>dinamismo<\/em> da Cria\u00e7\u00e3o, mesmo daquela parte dessa cria\u00e7\u00e3o que se considera \u2018inerte\u2019, inanimada, sem vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por\u00e9m, o seu louvor preferente vai principalmente para a outra parte, que constitui a <em>Natureza Viva<\/em>, o conjunto de todos os \u201cseres vivos\u201d, em cont\u00ednuo movimento din\u00e2mico. Incluindo-se, como \u00e9 evidente, a si pr\u00f3prio, <em>\u201co ser humano\u201d<\/em>\u2026 C\u00e1 est\u00e1, por exemplo, o <em>(<strong>Salmo 8<\/strong>).<\/em> <strong><em>\u201cQuando contemplo os c\u00e9us, obra das tuas m\u00e3os, a Lua e as estrelas que Tu criaste: que \u00e9 o homem para te lembrares dele, o filho do homem para com ele te preocupares? Quase fizeste dele um ser divino; de gl\u00f3ria e de honra o coroaste. Deste-lhe dom\u00ednio sobre as obras das tuas m\u00e3os, tudo submeteste a seus p\u00e9s\u2026\u201d <\/em><\/strong><em>(Sl 8,4-7).<\/em> Ou seja, ao contemplar as pr\u00f3prias obras \u2018inertes\u2019 (<em>\u201cos c\u00e9us, a Lua, as estrelas\u201d<\/em>\u2026) n\u00e3o deixa de ficar admirado, espantado, ao pensar, ao mesmo tempo, no ser humano, como algo de superior (<strong><em>\u201cquase um ser divino\u201d<\/em><\/strong>). E ent\u00e3o, \u00e9 l\u00f3gico reconhecer que lhe tenha <strong><em>\u201cdado o dom\u00ednio sobre as obras das Suas m\u00e3os\u2026\u201d<\/em><\/strong>. Assim, um <em>ser vivo<\/em> (n\u00e3o inerte), como \u00e9 o ser humano (!), \u00e9 capaz de \u201cp\u00f4r em movimento\u201d &#8211; dar vida, \u2018vivificar &#8211; todos os seres inanimados (inertes) (!?)\u2026<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ou, ent\u00e3o, o <em>(<strong>Salmo 19<\/strong>\/18)<\/em>, onde, curiosamente, transforma a <em>cria\u00e7\u00e3o inerte<\/em> em qualquer coisa que <em>se mobiliza<\/em>, que <em>se mexe<\/em>, que se comunica (\u2018as coisas, umas \u00e0s outras\u2019) e at\u00e9 p\u00f5em-se \u201ca falar\u201d(!) e a transmitir-se \u2018mensagens\u2019\u2026 <em>\u201c<strong>Os c\u00e9us proclamam a gl\u00f3ria de Deus;<\/strong> <strong>o firmamento anuncia a obra das suas m\u00e3os.<\/strong> <strong>Um dia passa ao outro esta mensagem<\/strong> <strong>e uma noite d\u00e1 conhecimento \u00e0 outra noite.<\/strong> <strong>N\u00e3o s\u00e3o palavras nem discursos<\/strong> <strong>cujo sentido se n\u00e3o perceba.<\/strong> <strong>Mas o seu eco ressoou por toda a terra\u2026\u201d <\/strong>(Sl 19,2-5).<\/em> Quer dizer, apesar de se tratar de \u2018seres inertes\u2019, a sua \u201clinguagem\u201d \u00e9 perfeitamente intelig\u00edvel: <strong><em>\u201co seu eco ressoa por toda a terra\u201d<\/em><\/strong><em>(!)<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ali\u00e1s, o nosso <em>\u2018orante salmista\u2019<\/em> \u00e9 capaz tamb\u00e9m de passar para outras criaturas inertes, mas estas j\u00e1 <em>\u2018obras das m\u00e3os do homem\u2019<\/em> inspirado por Deus, que j\u00e1 t\u00eam um significado\u2026 E ent\u00e3o, temos aqui: <em>\u201co templo\u201d, \u201cas moradas de Deus\u201d, \u201cos \u00e1trios da Casa do Senhor\u201d, \u201cos altares do Senhor do universo\u201d..<\/em>. Observamos isto, por exemplo, no <em>(<strong>Salmo 84<\/strong>\/83)<\/em>:<strong><em> \u201cComo s\u00e3o am\u00e1veis as tuas moradas, \u00f3 Senhor do universo! A minha alma suspira e tem saudades dos \u00e1trios da Casa do Senhor\u201d\u2026<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todavia, e al\u00e9m disso, convida-se outros seres vivos (estes j\u00e1 <em>animados<\/em>) para louvar o Senhor. Uma atitude, ali\u00e1s, que aparece noutros v\u00e1rios Salmos, onde se anima e convida \u00e0s <em>aves<\/em>, o aos <em>insetos<\/em>, o at\u00e9 aos grandes <em>cet\u00e1ceos<\/em> e \u2018monstros\u2019 do mar <em>(Sl 104,24-30)<\/em>\u2026 para louvarem o seu Criador e Senhor!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ora bom, nesse mesmo <em>(<strong>Salmo 84<\/strong>)<\/em> aparece-nos a curiosa e simp\u00e1tica <em>atitude<\/em> de algumas aves (\u2018p\u00e1ssaros\u2019) que <em>\u2018aprenderam\u2019(!?)<\/em> a utilizar a Casa de Deus (<strong><em>\u201cjunto dos teus altares\u201d<\/em><\/strong>) e ao abrigo dos seus telhados, um s\u00edtio adequado e pr\u00f3prio para construir o lar, o \u2018seu ninho\u2019, e acolher e criar os seus filhotes\u2026 Diz assim o <em>Salmo <strong>84<\/strong><\/em>: <strong><em>\u201cAt\u00e9 os p\u00e1ssaros encontram abrigo e as andorinhas um ninho, para os seus filhos, junto dos teus altares, Senhor do universo, meu rei e meu Deus<\/em><\/strong> (Sl 84,2-4). Parece como se estes <em>\u2018piedosos salmistas\u2019<\/em>, fossem capazes de captar e admirar a <em>\u2018atitude religiosa\u2019 (?)<\/em> ou o <em>\u2018sentido do sagrado\u2019(?)<\/em> destes animalzinhos (<em>pardais<\/em>, ou <em>andorinhas<\/em>, ou os simp\u00e1ticos <em>\u2018avi\u00f5es\u2019<\/em> de voo elegante\u2026),<em> todos, \u2018amigos\u2019 igualmente<\/em> dos seres humanos (!).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">H\u00e1, ainda, <em>Salmos<\/em> que s\u00e3o uma rica <em>fonte de reflex\u00e3o sobre a vida e a morte<\/em>: acerca da <em>brevidade<\/em> da vida e da <em>certeza<\/em> da morte\u2026; \u00e9 o caso do <em>(Salmo 90)<\/em> atribu\u00eddo a Mois\u00e9s\u2026<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas observemos o (<strong><em>Salmo 22<\/em><\/strong><em>\/21<\/em>), que \u00e9 considerado como o <em>\u201cSalmo da paix\u00e3o do justo\u201d<\/em>, como o reflete um dos seus vers\u00edculos<em>: <strong>\u201cEu, por\u00e9m, sou um verme e n\u00e3o um homem, o opr\u00f3brio dos homens e o desprezo da plebe\u201d<\/strong><\/em>. Ao mesmo tempo, n\u00e3o deixa de nos surpreender com esta <em>filial e sentida ora\u00e7\u00e3o<\/em> dirigida ao Senhor: <strong><em>\u201cNa verdade, Tu me tiraste do seio materno; puseste-me em seguran\u00e7a ao peito de minha m\u00e3e. Perten\u00e7o-te desde o ventre materno; desde o seio de minha m\u00e3e, Tu \u00e9s o meu Deus\u201d<\/em><\/strong> <em>(<strong>22<\/strong>,7.10-11).<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E j\u00e1 agora, por falar em <em>\u201cverme\u201d, larva<\/em> ou <em>lagarta<\/em>\u2026 \u00c9 evidente que os <em>salmistas<\/em> daqueles tempos n\u00e3o eram capazes de descobrir e sentir \u2018outras realidades\u2019, como n\u00f3s hoje, como fruto da investiga\u00e7\u00e3o e das descobertas da Ci\u00eancia atrav\u00e9s dos tempos\u2026<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">=&gt; &nbsp;&nbsp;Vamos, ent\u00e3o, imaginar que somos &#8211; qualquer um de n\u00f3s &#8211; um <em>\u201csalmista de hoje\u201d(?)<\/em>. O que \u00e9 que sentir\u00edamos ao descobrir, na <em>\u2018Natureza Viva\u2019<\/em>: por exemplo, a maravilha que&nbsp; \u00e9 o fen\u00f3meno conhecido em Biologia como a \u201cMetamorfose\u201d (nos Insetos). <strong><em>[<\/em><\/strong><em> <\/em><em>&#8211;<\/em><em>&gt; \u2018Imagem\u2019 inicial<\/em><em> <\/em><strong><em>]<\/em><\/strong>. E como \u00e9 que poderia ser, ent\u00e3o, a nossa <em>\u201cOra\u00e7\u00e3o S\u00e1lmica\u201d,<\/em> dirigida ao Deus, que \u00e9 o Criador do tal<em> prod\u00edgio <\/em>biol\u00f3gico!<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para j\u00e1, dispomos da \u2018Internet\u2019 como meio de investiga\u00e7\u00e3o e descri\u00e7\u00e3o <em>do fen\u00f3meno<\/em>, que nos ajudar\u00e1 a conhecer e ampliar o que \u00e9 interessante saber\u2026 Transcrevemos aqui, por\u00e9m, o que \u00e9 fundamental para o nosso caso: Neste <em>processo c\u00edclico<\/em>, o novo ser vivo \u2013 que afinal vai ser uma bela e colorida <em>borboleta<\/em> \u2013 passa por v\u00e1rias \u2018fases\u2019 (ovo <strong>&gt;<\/strong> larva <strong>&gt;<\/strong> cris\u00e1lida), at\u00e9 sofrer uma mudan\u00e7a, \u2018no interior\u2019 desta <em>cris\u00e1lida<\/em> ou \u2018casulo\u2019 (e de um modo \u2018misterioso\u2019(?) ainda n\u00e3o explicado ou esclarecido pelos <em>cientistas!<\/em>), e passar para uma <em>altera\u00e7\u00e3o mais radical<\/em>, que transforma \u2013 ao que parece(!) \u2013 <em>\u201cum ser vivo\u201d<\/em> (<em>larva<\/em> ou <em>verme<\/em> ou <em>lagarta<\/em>) num <em>\u201coutro ser vivo\u201d<\/em>, de um n\u00edvel essencialmente superior: a tal \u00abBorboleta\u00bb\u2026 E tudo, atrav\u00e9s dessa \u201cmetamorfose\u201d (= transforma\u00e7\u00e3o) <em>misteriosa<\/em> e, at\u00e9 agora, <em>inexplic\u00e1vel!&#8230;<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Moral da hist\u00f3ria<\/em>: Somos levados a pensar que este processo natural parece significar, simbolizar (se for aplicado \u00e0 nossa esp\u00e9cie humana) a <em>passagem<\/em> da vida terrena (mortal) para a Vida Eterna (imortal). Ou seja, este facto <em>vem substituir<\/em> \u00e0 mal chamada <em>\u2018morte\u2019<\/em>(?), realidade inevit\u00e1vel! &nbsp;<strong><em>(*)<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 verdade. A nossa <em>\u00abora\u00e7\u00e3o s\u00e1lmica\u00bb<\/em>, aqui e agora, poderia ser um reflexo do pr\u00f3prio (<em>~<strong>Salmo 8<\/strong><\/em>): <strong><em>\u00abQuando contemplo, \u00f3 Deus, esta maravilha da Metamorfose, que Tu criaste\u2026 leva-me a pensar: O que \u00e9 o homem para te lembrares dele, o filho do homem para lhe dares esse poder?&#8230; Sim. Quase fizeste dele um ser divino; de gl\u00f3ria e de honra o coroaste\u2026\u00bb.<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong><em>(*)<\/em><\/strong><em>. Diga-se, de passagem, que temos alguma experi\u00eancia acerca<\/em> <em>do impacto positivo, e bem interpretado, que este \u2018simbolismo\u2019 tem entre a gente que participa, celebra e vive a \u00abP\u00e1scoa jovem\u00bb, ano ap\u00f3s ano, quando lhes \u00e9 apresentada esta \u201ccompara\u00e7\u00e3o\u201d, que se aplica, como \u00e9 evidente, quer \u00e0 \u00abMorte e Ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo Jesus\u00bb quer<\/em> <em>\u00e0 \u00abnossa pr\u00f3pria morte e ressurrei\u00e7\u00e3o\u00bb<\/em>.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 \u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <em>(30-06-2026)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><s>\u00a0 <em>\u00a0<\/em><\/s><em><s>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/s><\/em><s>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0<\/s><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\/\/&nbsp;<em>Para REFLEX\u00d5ES afins aos <u>Tempos Lit\u00fargicos<\/u>, e <u>outras<\/u>, ABRIR o \u2018BLOG\u2019:<\/em> <a href=\"http:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net\">http:\/\/palavradeamorpalavra.sallep.net<\/a><\/p>\n\n\n<!-- wp:themify-builder\/canvas \/-->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00abO SALMISTA ORANTE\u2026 e A NATUREZA VIVA\u00bb&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Constatamos que s\u00e3o muitos os Salmos onde o orante salmista fica admirado, assombrado, espantado, ao contemplar (ou imaginar) a Cria\u00e7\u00e3o de Deus!&#8230; Sim, descobre-se que, nesta Cria\u00e7\u00e3o, existe \u201calgo vivo\u201d; embora sujeito ao ciclo &#8211; repetitivo e cont\u00ednuo &#8211; de \u2018nascer, crescer e morrer\u2019. 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